sábado, 10 de dezembro de 2011

Desabafo de um mero comediante.


Não é parte de minha função ser um ditador. Não é valido conquistar as raças, condenando-as aos meus preceitos e alojando nelas objetivos, se não pela representatividade de quem tem o título da verdadeira democracia. O maior avanço gerou retrocesso. O que por natureza era de direito hoje se torna comercial. E isso é o produto do homo sapiens- sapiens – Os que se perderam em seus próprios meios.

Buscando melhorar os mundos podemos entender ele. Assim pode-se notar a necessidade da vida em saudável sociedade. E quando nossos pensamentos e reflexões sobre si no todo não refletem os melhores resultados, podemos ver se aprendemos a perder, e se podemos crescer para um lugar qualquer. E, sabendo que somos fruto de relações interpessoais, ainda permanecem erros da não aceitação, seja racial ou moral. E posto um julgo desigual, em que a grande maioria sofre consequências unilaterais.

O melhor caminho a se traçar pode ser o da razão, a mesma que trouxe-nos para essa catastrófica sociedade, a sociedade dos muros. E isso resulta do homem extraviador. A cobiça fez de muitos ,defensores, honrados, paralelo à roubadores. Derrubou muralhas de concreto e ergueu muralhas socio-economicas. E isso gerou lucros e apólices de seguro, dando valor monetário à vida. A era das velocidades gerou o retrocesso. As tecnologias de produção em massa resultam em fome e desamor. Elas nos ensinaram o egoísmo. Nosso avanço cientifico nos prenderam em nós mesmos, como numa região que limita o verdadeiro saber: o que considera a unidade. As sabedorias são reproduzidas, e isso limita a autêntica sabedoria gerada pelo autêntico conhecer. Antes, o conhecimento corre em derramar sangue. No conjunto cérebro-coração, supervalorizaram o refletir e negligenciam o sentir. Hoje somos programados, e houve a verdadeira maquinação da nossa nobre humanidade. Isso pode, mais uma vez, nos colocar em um arriscado lugar, que, embora aprendido pela história, pode tornar a ser pior que dantes revelado. Se o mundo não se unir com o proposito de bem comum, ninguém desfrutará deste.

Uma unidade é necessária! Além disto, é urgente. Além das unidades tribais e setoriais da globalização, que esta gere bens fundamentais, os bens registrados em carta rígida devem ter validade na aplicabilidade dos governos. A nossa realidade clama por uma revisão, e retroceder no tempo talvez seja o maior resgate de valores que podemos compreender; um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós. Essa convocação pode ser lida por bilhões se avaliada for o peso das nossas reais necessidades e se entendida for o que agora deve, para ontem, ser primaz. Do contrário, isso acarretará do pagamento de vidas inocentes. Aos que lerem entendam para que não desespereis logo após, antes renovem-se na única e abundante possibilidade de uma  melhoria. A cobiça nos trouxe a este patamar. Já sabemos, ó mundo, que não há mais lugar para ditaduras, e autoritarismos. O autoritarismo nunca será reconhecido pelo que buscou ser, pois jamais obterá temor e respeito de uma verdadeira autoridade. O exercito desses homens não possuem honra, pois sua própria força o reprova!!! O que se chama por regime pode ser, e quase sempre é, contra as vontades sociais! Quem sonhou, e bem aventurado gerou a revolução das maquinas, está prestes a assistir uma revolta geral do que em essência se chama Humanidade, por que somos homens. Homens desprogramados para o mecânico da razão, que não sabem o dia da própria morte, mas não temem- na! Não odieis os desumanos, do contrário, humanizem- os.  

 Sejamos soldados de valores, que não se desgastam e se consomem em vãos propósitos!  Não utilizeis nada nem ninguem para mortificar a essência da humanidade. Podemos escolher a livre iniciativa, e ainda assim compreender outras formas de pensar. Isso se chama liberdade conjunta, necessária nestes tempos.


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