quinta-feira, 15 de dezembro de 2011






Quando crianças, buscamos brincar de guerrear. Comum é fugir da batalha, depois de crescidos, quando estas são reais. E os mais vergonhosos passos desertores são os passos da comodidade. E isso desvalida o que antes o embasou. Aceitar o que não se deve é baixar a guarda para o inimigo, como em um acordo de paz. Essa pseudo paz, é a mesma que declara guerra aos princípios outrora construídos. Alguns trilham por esse caminho e se perdem por ele. E a logica natureza daquilo que nos beneficia os acorda em instantes de calamidade.
Real ameaça, que se apresenta como inimiga explicita, objetivando uma batalha, é fato difícil de se assumir, quando se sonha e se planeja a Paz.

Eu dou graças a Deus por ser meu guarda e me amparar. O Senhor é quem me constitui um lutador de qualquer circunstancia, e implantou em mim a incapacidade de prostração perante os inimigos.

E nas brutais horas de confronto, aprendi a não recuar, e somente avançar, com coragem. Fiz da racionalidade a munição da minha arma, que é a fé  e bom animo.

Ainda que em aparente fim, enquanto este não é consumado, e mesmo que um dia tudo termine, não poderão os inimigos apagar minha existência, pois notáveis ações marcam memórias. E mesmo que somente em lembranças, o que um dia se concretizou, materializou a resistência contra os oponentes.

E se onde estou não for onde eu queria estar, essa ameaça não encontrará temor em meu ser. Numa realidade que, os amigos de hoje poderão ser futuros inimigos, torno-me meu próprio determinante, e se muitos se corromperem pelas suas próprias vontades vazias, elas não serão suficientes para me fazerem inexistente. Minha condição independe daquela que se opõe a mim, pois o que vale é optar pela superação, que se renova a cada dia.

E quando a enxurrada vem a me cobrir, sei que viva sairá a honra que não se abate, que constitui a história de um vencedor.

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