segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Enquanto houver tempo, haverá esperança.


Enquanto houver tempo, haverá esperança.

E se o tempo findar com o temível, terei no povir desconhecido, porém verbalizado, a Paz de  que usei a arma que não visualizaram. São armas abstratas, que me fizeram escrever quando não tive inspirações. São abstratas porque não são reconhecidas, mas encarnam a realidade de um destino. E quando meus amigos foram minhas lagrimas, a pura atmosfera me assistiu. Nem desta forma ou rodeado por uma multidão não me envergonhariam os meus atos, mesmo que somente lagrimas fossem. De um aplauso à uma acusação, forte é aquele que se admite em quaisquer circunstâncias. Não me envergonho de mim, nem do que sou, pois sou fruto do que um dia escolhi, e o que escolhi foi ser um autocrata que,  embora veleje uma embarcação, sopra seus próprios ventos. E com isso só reconheço uma coisa, não sou suficiente em mim. Não chegaria até aqui sem  Deus, meus amigos, familiares. Sendo determinado,  parece contraditório, mas eu não um todo. Sou uma parte. Somos um Total, somente, eu e você, que lê este desabafo. E nessa socialização me sinto envolto no calor humano, sem abrir a boca me sinto acolhido de atenção. As palavras tem o poder de mover e de parar o mundo. O movimento da terra é a rotação, mas ela superou suas expectativas. A terra circula o sol. Precisamos superar nossos vislumbres se quisermos vencer. O olho da terra não viu o outro lado do universo se não o ultrapassasse. E o calor que poderia ser incomodo aqueceu-a. A terra respeitou os limites, que não eram seus. Soube qual é seu espaço desde o inicio, sabendo que, mais perto, consequentemente se torraria. Hitler não respeitou espaços e em vez de dominar o mundo morreu, por que não se dominou, apenas se determinou a algo que não era da sua capacidade. Não adianta ir além da humanidade. Nós temos uma vaidade por natureza. O domínio não é a consequência dos vencedores. Quem lidera se constrói com seus liderados. Mais bela é a vitória conjunta do que a possessão. E quando estamos sós? Enxergamos errado. Em nós há mecanismos que nos fazem ir além daquilo que reconhecemos, e só desvenda seus limites quem tem coragem de romper barreiras. E as primeiras barreiras estão em nós, que não dizem respeito somente a nós. São aquelas que desvalorizam o nosso próximo. Em cada universo paralelo nos superamos, dominamos a fera dentro de nós, para ser gentil e afinado com a socialização necessária. Afinal, ninguém vence sozinho, e o egoísmo sempre foi a arma usada pelos arrogantes. E essa mesma arma os matou.         
DEUS seja Louvado. Everson Cordeiro.