Não é
parte de minha função ser um ditador. Não é valido conquistar as raças,
condenando-as aos meus preceitos e alojando nelas objetivos, se não pela representatividade
de quem tem o título da verdadeira democracia. O maior avanço gerou retrocesso. O que por natureza era de direito hoje se torna comercial. E isso é o produto do homo sapiens- sapiens – Os que se perderam em seus próprios meios.
Buscando melhorar os mundos podemos entender ele. Assim pode-se notar a necessidade da vida em saudável sociedade. E quando nossos
pensamentos e reflexões sobre si no todo não refletem os melhores resultados,
podemos ver se aprendemos a perder, e se podemos crescer para um lugar
qualquer. E, sabendo que somos fruto de relações interpessoais, ainda
permanecem erros da não aceitação, seja racial ou moral. E posto um julgo
desigual, em que a grande maioria sofre consequências unilaterais.
O melhor caminho a se traçar pode ser o da razão, a
mesma que trouxe-nos para essa catastrófica sociedade, a sociedade dos muros. E
isso resulta do homem extraviador. A cobiça fez de muitos ,defensores, honrados,
paralelo à roubadores. Derrubou muralhas de concreto e ergueu muralhas socio-economicas.
E isso gerou lucros e apólices de seguro, dando valor monetário à vida. A era
das velocidades gerou o retrocesso. As tecnologias de produção em massa resultam
em fome e desamor. Elas nos ensinaram o egoísmo. Nosso avanço cientifico nos
prenderam em nós mesmos, como numa região que limita o verdadeiro saber: o que
considera a unidade. As sabedorias são reproduzidas, e isso limita a autêntica
sabedoria gerada pelo autêntico conhecer. Antes, o conhecimento corre em
derramar sangue. No conjunto cérebro-coração, supervalorizaram o refletir e
negligenciam o sentir. Hoje somos programados, e houve a verdadeira maquinação
da nossa nobre humanidade. Isso pode, mais uma vez, nos colocar em um arriscado
lugar, que, embora aprendido pela história, pode tornar a ser pior que dantes
revelado. Se o mundo não se unir com o proposito de bem comum, ninguém desfrutará
deste.
Uma unidade é necessária! Além disto, é urgente.
Além das unidades tribais e setoriais da globalização, que esta gere bens fundamentais,
os bens registrados em carta rígida devem ter validade na aplicabilidade dos
governos. A nossa realidade clama por uma revisão, e retroceder no tempo talvez
seja o maior resgate de valores que podemos compreender; um apelo à
fraternidade universal, à união de todos nós. Essa convocação pode ser lida por
bilhões se avaliada for o peso das nossas reais necessidades e se entendida for
o que agora deve, para ontem, ser primaz. Do contrário, isso acarretará do
pagamento de vidas inocentes. Aos que lerem entendam para que não desespereis
logo após, antes renovem-se na única e abundante possibilidade de uma melhoria.
A cobiça nos trouxe a este patamar. Já sabemos, ó mundo, que não há mais lugar
para ditaduras, e autoritarismos. O autoritarismo nunca será reconhecido pelo
que buscou ser, pois jamais obterá temor e respeito de uma verdadeira
autoridade. O exercito desses homens não possuem honra, pois sua própria força
o reprova!!! O que se chama por regime pode ser, e quase sempre é, contra as vontades
sociais! Quem sonhou, e bem aventurado gerou a revolução das maquinas, está
prestes a assistir uma revolta geral do que em essência se chama Humanidade,
por que somos homens. Homens desprogramados para o mecânico da razão, que não
sabem o dia da própria morte, mas não temem- na! Não odieis os desumanos, do
contrário, humanizem- os.
Sejamos soldados de valores, que não se desgastam e
se consomem em vãos propósitos! Não
utilizeis nada nem ninguem para mortificar a essência da humanidade. Podemos escolher
a livre iniciativa, e ainda assim compreender outras formas de pensar. Isso se
chama liberdade conjunta, necessária nestes tempos.