sábado, 19 de novembro de 2011

Minha roupa é única, minha roupa é estranha, meu cabelo é tão estranho que ele mesmo se estranhou. Meu andar é diferente, o que difere meu andar. O meu andar é na contra- mão por buscar se encontrar. Minha voz é esquisita para os da minha terra. Pode ser delicioso a depender de quem interpretar. Interpretação varia de idioma, onde cada língua se revela um bioma. Meu sorriso é diferente, meu sorriso não demonstra o que está aparente. Meu sorriso só demonstra aquilo que é inocente e carrega um perigo de uma arma contundente. Minha boca guarda a língua, porta voz de muitas ideias; são as armas escondidas que demonstram ser expressas. Minha roupa é estranha, minha roupa não é farda. Minha roupa executa, não é executada.
Everson Cordeiro...

Século XXI, extensão do XX: Era da grande conduzida.





Provocante ,simples, singular, majestoso.
Escrituras que não se enquadram em somente meras palavras.
E embora de palavras atrai olhares como uma das mais refinadas riquezas.
Embora riquezas, desclassificadas pelos meros condutores.
Condutores esses meramente conduzidos.
Conduções implicitamente perigosas.
Perigos tão sutis por serem astutos.
Astucias que os fazem ganhadores.
E o que ganham são meros condutores.