Minha roupa é única, minha roupa é estranha, meu cabelo é tão estranho que ele mesmo se estranhou. Meu andar é diferente, o que difere meu andar. O meu andar é na contra- mão por buscar se encontrar. Minha voz é esquisita para os da minha terra. Pode ser delicioso a depender de quem interpretar. Interpretação varia de idioma, onde cada língua se revela um bioma. Meu sorriso é diferente, meu sorriso não demonstra o que está aparente. Meu sorriso só demonstra aquilo que é inocente e carrega um perigo de uma arma contundente. Minha boca guarda a língua, porta voz de muitas ideias; são as armas escondidas que demonstram ser expressas. Minha roupa é estranha, minha roupa não é farda. Minha roupa executa, não é executada.
Everson Cordeiro...
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