sábado, 3 de dezembro de 2011


Fora da enclausurada proteção, de frente com a batalha. 
A engenharia de guerra que me mune firme e inquestionável. E em aprendizagem, as circunstancias me fazem. E o que eu vivo para formação, serve de legado para tantos outros, que embora eu desconheça, a esperança prevalece para uma boa exemplificação. E nisso pode ser guiada uma nação; desprovendo-me da vaidade e de frente com o risco e inseguro de mim, marchando em limites e ultrajando fronteiras sou feito um soldado, que mesmo sangrando, rego o solo da história, da minha própria história, intermitente sangue, de um constante soldado, cuja marca é o que resta: a honra que não se curva, e para as más rebeliões vira as costas. A honra que não faz das diferenças inimigos. A honra da autêntica revelação do servir, aprendendo, assim, a ser patrono.  Patrono do próprio caráter, construtor e arbitro das oportunidades, da honra que não se curva a si mesma. Defensor de uma nobre causa. É Deus quem me compõe. E não finjo, mesmo em dores, só afirmo, embora contraditório para todos, essa é a auto afirmação, a nação guiada sou eu.

Deus seja Louvado.

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