sábado, 14 de maio de 2011

Do erro a perfeito estado que pretendo ser.
Prefiro ser um eterno errante dependente de Deus para com Ele estar do que de mim depender e desprezar o auxilio de quem realmente pode TODAS AS COISAS. Tanto se repete o errante por que errante se resume em erros. O acerto do incerto é uma dadiva divina, Divino saber que de todas as coisas tem ciência.
O poder e impotência do imaginário revela o caráter do ser.
Reacionária consciência que revela a verdadeira identidade é destemer as pré formações de conceitos que analisam o inexistente imaginário. O imaginário é a iniciação do nobre pensar. Dela depende a rica lógica. Entre o ente que se faz crucial ao caráter responsável pela desconstrução de erros, o senso critico, também chamada de Razão, se vê em base não tão firme. O poder e impotência do imaginário revela o caráter do ser. O forte vulnerável Homem, prepotente, assumido errante. Diante deste caráter se revela o Homem como criatura, não reconhecedor de si próprio, analista do social, cego de Si. Em erros se faz o homem que anda por seus caminhos, como o amanhã não se revela à ele até que esse oculto futuro se torne agora. Em Cristo Jesus se faz o ontem e o amanhã, O ômega que é e foi AlFa. Em Deus se revela a potência que não se construiu no homem. O Grande Potente Deus, que não se fez egoísta, pode ter optado por fazer do homem errante para que houvesse uma combinação entre perfeito para auxilio desse errante.
Prefiro ser um eterno errante dependente de Deus para com Ele estar do que de mim depender e desprezar o auxilio de quem realmente pode TODAS AS COISAS.
Deus é Deus sem comparações.

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