Os seres humanos não podem produzir depois de mortos, mas podem deixar legados enquanto viveram. Os seres humanos são comprovados pelos seus atos. Os seres humanos planejam o futuro, e seu amanhã os surpreendem. Os seres humanos, ainda que imaginem ter determinação, são determinados por fatores não imaginados. Os seres humanos ostentam o saber, enquanto a sabedoria não faz questão de ostentar os seres humanos. Os seres humanos são respeitados pela sabedoria, mas são ludibriados pela vaidade. Os seres humanos podem agir, mas nem todas suas ações podem ser freadas. Os seres humanos se consideram uma raça, mas desconsideram ser uma nação. Os seres são mais diferentes do que iguais, pois o DNA de cada os fazem únicos, e a diferença é a nossa marca de igualdade. A nossa diferença é o que temos em comum. E tolice é a não aceitação de nossa marca conjunta. Nós, seres humanos, em nossa caminhada aprendemos mais com erros do que com acertos, e essa é a perfeição do homem: conhecer que não conhece, saber que não sabe, entender que não entende, compreender que nossa estabilidade é instável, como buscar algo que no povir escapará das mãos, como andar e tropeçar, como não andar é tropeçar, como quem busca bater metas, quem objetiva avançar nos tempos e ultrapassar somente ponteiros, e esquecem de mudar a era. Essa é a era que o que aparenta é sobre a essência. Todo o entendimento teórico é tão passível ao erro na sua formação e desenvolvimento quanto compreender a mente alheia. Em execução, materializa-se o sentido da abstração, dando, assim, sentido e forma existencial, e por isso, interpretação do pensamento. E foram didáticas teorias, que foram ultrapassadas, e didatizamos nosso erro que poderá ser superado. A postura de empenho faz o destaque, mas as recompensas são somente recompensas. Os atos são maiores do que suas recompensas. Por isso os atos determinam seus resultados. Em um ciclo, não nos tornamos mais inteligentes, todavia nos tornamos mais complexos. E, ainda que nossos atos não cresçam em ações, podem evoluir em suas consequências. Situação esta danosa a quem assim age e assim produz, no seu exercício da conservação acultural processual já inicializada e , pior ainda então , demandada. Nos tornamos vampiros de nosso habitat. Os recursos do ambiente- terra não são mais consumidos somente para mantimento. Os desenvolvimentos serão sustentáveis no ato provavelmente quando a procura humana não for sanada. E em vez de agirem com planejamento para as gerações futuras, terão que concordar com a gravidade da sua contemporaneidade, de seus momentos críticos. É salvação Atentar, embora por ego talvez, que pensar nas gerações futuras é garantir sua sobrevivência na dignidade. É salvação atentar que a semente do anti- progresso e suas consequências devem, por obrigação máxima, ser aniquiladas em sua totalidade, reparando as frustrações passadas, os enganos de outrora, compreendidos em suas consequências. Atentam que nem sempre a vontade concorda com a meta. Sermão sem ação é anátema, e é crucial desconfiar do filosofo que não comprova em si a veracidade e beneficio das suas teorias. Quem é mestre não divulga seu titulo e por sabedoria o oculta, pois se ama.
DEUS SEJA LOUVADO
Everson Cordeiro
Nenhum comentário:
Postar um comentário